Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tü próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és...
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.
Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Não vou tentar, não vou insistir, não vou mais jogar, já me cansei.Meu desapego agora, é meu sossego.A renúncia é a libertação. Não querer é poder.
Falta é Falta, Perda é Perda. Falta é pra se sentir e perda para ser aceita. O desapego é o melhor remédio, assim como a péssima memória, se aquilo que perdera não vale o seu suor e suas lágrimas, então, siga a força dos ventos e caminhe sempre para frente sentindo falta dos bons momentos e aceitando a perda pelos maus.
"Coragem, às vezes, é desapego. É parar de se esticar, em vão, para trazer a linha de volta. É permitir que voe sem que nos leve junto. É aceitar que a esperança há muito se desprendeu do sonho. É aceitar doer inteiro até florir de novo. É abençoar o amor, aquele lá, que a gente não alcança mais."
"Amar é ter um pássaro pousado no dedo.
Quem tem um pássaro pousado no dedo sabe que,
a qualquer momento, ele pode voar”
Quem tem um pássaro pousado no dedo sabe que,
a qualquer momento, ele pode voar”
E lembra-te:
Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão.
Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão.
Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.

