O poder de uma nação ou cidade era medido pelo número de chaminés que existiam, onde considerava-se que apenas lançando os gases tóxicos a uma determinada altura o meio ambiente se encarregaria de tratá-los e dispersá-los.
A partir da segunda metade do século passado a natureza começou a cobrar sua conta, com o tão comentado efeito estufa, a poluição do ar e a quase eliminação da qualidade de vida nos grandes centros urbanos.
A partir da segunda metade do século passado a natureza começou a cobrar sua conta, com o tão comentado efeito estufa, a poluição do ar e a quase eliminação da qualidade de vida nos grandes centros urbanos.
Quando se avança além desses limites, o risco de extinção é muito grande (como exemplo mais conhecido temos o caso do p4l-brasil).
Portanto, nosso desafio básico é o de conciliarmos a preservação das florestas e o direito ao uso da propriedade pela iniciativa privada, assegurando o desenvolvimento sócio-econômico e a qualidade de vida das futuras gerações.
Portanto, nosso desafio básico é o de conciliarmos a preservação das florestas e o direito ao uso da propriedade pela iniciativa privada, assegurando o desenvolvimento sócio-econômico e a qualidade de vida das futuras gerações.
Dessa forma, o Estado foi obrigado a intervir para tentar controlar o processo de degradação provocado pelo homem e, nessa tentativa, tem cometido alguns e)(ageros que, em alguns casos, ferem o princípio de propriedade privada e da livre iniciativa.
A preservação das florestas é fundamental para a sustentabilidade dos recursos naturais renováveis, sendo de responsabilidade de todos, os limites de exploração de determinadas populações ou espécies, tanto animais quanto vegetais.
A preservação das florestas é fundamental para a sustentabilidade dos recursos naturais renováveis, sendo de responsabilidade de todos, os limites de exploração de determinadas populações ou espécies, tanto animais quanto vegetais.
Embora o homem tenha surgido na terra há mais de um milhão de anos, sua interferência predatória sobre a natureza é um fenômeno recente, que deu-se início com a Revolução Industrial do século XVIII e a significativa demanda por energia (na época lenha e carvão) aliado ao processo de urbanização acelerada.
Durante dois séculos, a humanidade acreditava no poder de regeneração e adaptação da natureza, não adotando qual
quer medida de preservação e recuperação.
Durante dois séculos, a humanidade acreditava no poder de regeneração e adaptação da natureza, não adotando qual
quer medida de preservação e recuperação.

