Todos nós, seres vivos de pixels ou não, carregamos em nossas células um composto orgânico chamado DNA (sigla em inglês para ácido desoxirribonucleico). É essa mistura que guarda e transmite todas as nossas características - cor do cabelo, pele, altura, alergias etc. No caso dos alimentos, o DNA carrega as informações sobre tamanho, formato, sabor, textura, cor... hum, que fome.
Quando o DNA de um alimento é modificado em laboratório, dizemos que esse alimento é transgênico (no Brasil) ou transgénico (em Portugal). As causas para que alguém modifique aquilo criado pela natureza são inúmeras (visam maior produtividade, resistência às pragas, alteração do sabor etc), mas caem sempre no mesmo ponto: o vil metal, a grana, o lucro, a bufunfa, o dinheiro.
Não dá para saber como seu organismo reagiria ao ingerir um alimento modificado geneticamente. Na verdade, quem produz transgênicos geralmente nem está interessado nisso. Para explicar melhor e alertar sobre o perigo desse tipo de alimento, o Greenpeace vai chegar de InfoBus ao Parque nessa Sexta-feira, 25.07, às 15h00 BR / 19h00 PT.
Enquanto isso, para não ter um piripaque consumindo produtos transgénicos, consulte a tabela com a relação de produtos modificados no site do Greenpeace (veja o Link Abaixo).
Até lá!